A meditação de cada dia

24/julho/2013

E então, já meditou hoje? Se a resposta for sim é um ótimo sinal. Se for não é um sinal melhor ainda, pois pode ser tempo de iniciar essa prática incrível de auto conhecimento e remoção de obstáculos do dia a dia.

Eventualmente podemos ter muitas abordagens a respeito do tema e acabamos criando um mito sobre um ato tão simples e belo.

A meditação não é uma prática religiosa. Ela participa ativamente, no máximo, de uma boa prática espiritual mas sem ser a prática em si. Meditar é desenvolver a capacidade de olhar para dentro de si mesmo sem obscuridades, sem medos e sem censura. É, sobretudo, a nossa ligação com o que temos de mais natural e precioso: a natureza calma e acolhedora desprendida das condições externas e dos condicionamentos seculares.

Por isso mesmo é uma prática extremamente simples e que causa um efeito imediato. Seja por 5 minutos ou 2 horas,  a serenidade que se pode experimentar é transformadora. E o melhor é que está em cada um de nós, o tempo todo e para sempre!

Sobre uma almofada, sentados de pernas cruzadas, na posição birmanesa, em posição de lótus completo ou de meio lótus, ajoelhados com o auxílio de um banquinho ou ainda numa cadeira,  posicionamos a coluna ereta, o queixo levemente retraído e as orelhas paralelas aos ombros. Os olhos mantém-se semi abertos num ângulo de 45 graus aproximadamente. As mãos podem ficar sobre os joelhos ou em posição de mudra cósmico*.  Os músculos da face ficam relaxados e a língua toca levemente o espaço entre céu da boca e os dentes da frente.

A respiração, nosso foco principal, é toda feita no abdômen e pelas narinas .

Ah, existe uma regra obrigatória para a prática da meditação: não sofrer. Se a posição escolhida estiver causando dor ou muita dormência nas pernas, basta mudar e ir adaptando-se aos poucos.

O atividade inicial é parar um instante, posicionar-se e observar a respiração no seu ritmo natural e principalmente desprender-se do controle. A mente continuará fazendo o que sempre faz, mandando uma infinidade de idéias, lembranças, sensações e todo tipo de imagens; nosso único trabalho será deixar que esse mundo interno passe e se perca no infinito. Se algum pensamento nos pega e nos leva, não sofremos… apenas, de forma gentil, retomamos o foco na respiração e seguimos.

É importante entender que meditar não significa dormir, nem atingir um estado de letargia qualquer (embora isso possa acontecer). O objetivo principal da meditação é conduzir nossas mentes para um local sereno e atento, onde uma presença real mas desapegada do controle observa o mundo e a nós mesmos natural e compassivamente.

Veja abaixo as posturas sugeridas no texto:

 

 

 

 

 

 

 

Boa Prática!

Texto de Paulo Zorzetto
Fotos do blog: dharmabuda

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